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Diferença de preço entre tablets com Android e o iPad gera discussão entre especialistas



Não há como negar que, neste ano, ficará mais difícil escolher tablets para compra: apesar de o iPad ser o atual líder no segmento, a Apple sentirá uma pressão muito maior de concorrentes baseados no Android e outras plataformas móveis do que no primeiro lançamento do seu principal produto. Os anúncios feitos por empresas como Motorola, LG, Samsung e HP evidenciam que elas querem jogar sério no mercado de tablets, mas os planos delas parecem estar ofuscados devido a um quesito do qual a Maçã aparentemente não precisa se preocupar: o preço.

Tablet Motorola XOOM

A Motorola fez uma boa tablet, mas o problema é fazer o preço dela convencer os usuários…

Hoje, é possível comprar um iPad com US0 nos Estados Unidos (isto é, se você não se preocupa em ter apenas 16GB de armazenamento interno), de forma que colunistas de tecnologia não concordam muito com a ideia de um produto como o HP TouchPad estar destinado a custar, especulativamente, US0. A tablet XOOM, da Motorola, deverá ser lançada apenas com Wi-Fi custando US0, mas seu modelo 3G custará US0 e supera o iPad topo-de-linha, que custa US0. Por que atingir o seu preço de entrada parece ser impossível lá fora?

Há quem diga que isso seja causado por causa dos recursos extras que as concorrentes da Apple oferecem  — a Motorola, por exemplo, integrou vários deles ao seu tablet que de fato fazem as ofertas do atual iPad ficarem no chinelo, incluindo câmeras, micro USB, tela widescreen, suporte a 4G e, bom, já deu pra entender. Porém, depois de um ano no mercado, a própria estratégia da Maçã parece mais cara: afinal de contas, é difícil imaginar que o iPad 2, seja lá quando for lançado, não terá mais recursos pelo mesmo preço.

A Apple pode ter vantagem nos Estados Unidos por coordenar as vendas tendo suas lojas como base, sem falar que desenvolveu o iPad usando mão-de-obra própria, passando apenas a produção de seus componentes e a montagem de unidades para terceiros — empresas como a HP precisam recorrer à Qualcomm para comprar processadores inteiramente prontos, por exemplo. De qualquer forma, não acho que atualmente o fator preço seja condição de vantagem no mercado de tablets: cedo ou tarde, elas precisarão ficar mais acessíveis para consumidores de forma global, mas isso não acontece nem com o iPad, custando mais de R00 por aqui.


MacMagazine

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